6 Itens que Vocês deve Saber na Hora de Reformar
Reformar a casa é desejo da grande maioria das pessoas: ampliar os cômodos, adaptar os espaços para novas fases da vida, tornar algum ambiente mais funcional, deixar a sala mais bonita e receptiva, entre inúmeros outros motivos. Entretanto, muitos acabam adiando ou ignorando esse desejo por acreditar que obra só dá dor de cabeça ou simplesmente por não saber por onde começar. Preparamos, então, uma lista de 6 itens que você deve saber na hora de reformar, para que sua obra deixe de ser um desejo e se torne realidade, com total tranquilidade e segurança, sem dor de cabeça:
Primeiramente, analise e liste todos os seus desejos. Busque ajuda de um profissional para consolidá-los no papel e auxiliá-lo a definir os custos, etapas e prazos da obra. Traçar um bom planejamento é ideal para evitar que a obra siga “solta”, sem controle. Dessa forma, você evita desperdícios, sem contar o risco de ter que interromper a obra sem ter concluído.
Ao contrário do que se pensa, um projeto de arquitetura é capaz de adequar os seus desejos ao seu orçamento. Até mesmo com poucos recursos é possível transformar o aspecto visual do seu imóvel. O arquiteto pode te dar várias dicas de como otimizar a reforma e indicar alternativas que cabem no seu bolso.
Além do projeto de arquitetura, podem ser necessários outros projetos complementares
(estrutural, hidráulica, elétrica, ar condicionado, terraplanagem, etc.),
que também exigem aprovação legal.
Antes de começar a reforma é fundamental que você se informe sobre os alvarás e licenças exigidos por seu município para obter as permissões necessárias para dar início a sua obra, evitando multas e/ou atrasos, e para a emissão do habite-se ao término da obra.
Além das licenças e alvarás necessários é importante se atendar às normas técnicas referentes ao seu tipo de projeto. Seu arquiteto fará consultas ao código de obras do seu município, ao regulamento do seu condomínio ou administração. Dessa forma, ele irá se informar sobre as regras e exigências referentes ao seu terreno e projeto antes de começar a projetar. Dentre essas regras, estão: afastamentos obrigatórios, taxas de permeabilidade, de ocupação e construção do terreno, áreas mínimas e máximas exigidas, entre outras.
A NBR 16.280, por exemplo, regulamenta que reformas em unidades de condomínios privados (horizontais ou verticais) sejam anteriormente aprovadas e fiscalizadas pelo síndico ou responsável técnico destinado a isso, para evitar que obras mal planejadas incorram em prejuízos para toda a vizinhança. Para essa aprovação são necessários um projeto e um plano detalhado de reforma. Neles, serão especificadas as intervenções, os profissionais envolvidos e a duração obra. E toda essa documentação deve ser elaborada pelo arquiteto autor do seu projeto de reforma.
Não compre nada com antecedência e evite prejuízos e desperdícios. Com o projeto em mãos fica muito mais fácil saber o custo da sua reforma e a quantidade exata de material a se comprar.
É imprescindível fazer orçamento de todos os materiais e mão-de-obra necessários para a execução do serviço. Dessa forma, não será preciso parar a obra na metade ou ter que recorrer a empréstimos com juros altíssimos. Portanto, avalie quanto custará o seu projeto e, se necessário, faça adaptações juntamente com o seu arquiteto. Assim, o orçamento será ajustado ao seu bolso ainda antes de começar a obra. No mercado da construção civil existem cada vez mais opções de materiais similares de várias faixas de preço. Então, juntos, você e seu arquiteto, podem pesquisar e adequar as especificações ao seu orçamento, mantendo o aspecto estético geral do seu projeto.Em uma reforma a maior parcela de gastos acontece justamente ao final, na etapa de acabamentos. Essa etapa equivale aproximadamente de 60 a 70% do valor total da obra concluída e se acumula com as parcelas dos gastos anteriores. Portanto, esteja preparado.
Antes de começar, analise também a viabilidade de permanecer morando em casa durante a obra. Você também pode mudar-se temporariamente para outro local. É bom que isso seja previsto com antecedência para que também faça parte do seu planejamento financeiro.
Quando a obra é geral pode ser desconfortável e trabalhoso permanecer em casa, mas não impossível. Caso opte por permanecer em casa, busque programar a reforma em etapas, de cômodo por cômodo, priorizando os ambientes.
Se optar pela mudança temporária, para a casa de parente/amigos ou outro imóvel alugado, tente encontrar algo perto da obra para facilitar o acompanhamento de tudo.
É importante também planejar o cronograma da reforma de acordo com suas necessidades. Atente-se à ordem de execução dos serviços para que uma etapa não danifique a outra ou gere desperdícios de tempo e dinheiro, com retrabalhos. Sabemos que ansiedade é comum em obra, mas obra leva tempo e não tente pular etapas para apressar as coisas.
Agora sim! Começada a obra de fato, é bom saber as etapas costumeiras de uma obra para que você não se perca. A primeira coisa a se fazer é eliminar tudo que deverá sair do lugar: mobiliários, pisos, paredes e forros. Depois disso, costuma-se começar a reforma de cima para baixo, obedecendo a seguinte ordem: primeiro, tetos e/ou forros, depois paredes, e por fim, os pisos.
Mas atenção! Se a sua reforma envolve alterações nas instalações elétricas, hidráulicas, ar-condicionado, pontos de iluminação, etc. Tudo isso deve ser preparado, projetado e executado antes de qualquer outra intervenção, seja no forro ou nas paredes.Outra boa dica, é fazer a pintura preliminar das paredes e deixar a última demão para depois do assentamento dos pisos, caso estes sejam trocados na reforma. Pois fazer a pintura posterior à instalação do piso pode danificá-los devido ao “arrasta arrasta” de escadas e latas de tinta sobre o piso. O seu arquiteto saberá a hora certa de dar início a cada etapa da execução. Além disso, irá te orientar sobre a hora correta de comprar cada um dos materiais.
Nunca deixe sua obra rolar solta. O seu acompanhamento, bem como, o de um profissional técnico capacitado para supervisionar e administrar cada etapa é muito importante para evitar surpresas desagradáveis. Obras costumam interferir muito na rotina dos proprietários. Por isso, um acompanhamento assíduo é fundamental para que elas não extrapolem o tempo.
Durante a execução, sempre questione eventuais mudanças no projeto. Uma pequena alteração pontual pode trazer sérias consequências e intercorrências posteriores, gerando muito prejuízo. Quando necessário, comunique e consulte novamente seu arquiteto sobre eventuais alterações.
Lembre-se sempre de:
Planejar o descarte correto para o entulho da sua obra.
Ficar de olho na meteorologia: chuvas podem ser um empecilho e gerar atrasos.
Finalizar o pagamento da mão-de-obra apenas com o serviço finalizado.
Procurar profissionais de confiança com boas recomendações.
Além disso, também é muito importante testar o que já foi instalado. Instalações elétrica, hidráulica, caimento dos pisos na direção correta aos ralos e pontos de coleta de águas, entre outros, ainda durante a execução da obra.
Como podemos ver, a obra é apenas uma etapa de nossa reforma. Para acontecer com tranquilidade e segurança é preciso um bom planejamento realizado anteriormente. Este evita muita dor de cabeça e imprevistos, mas ainda assim é normal que estes aconteçam. Por isso é preciso ter muito cuidado! É importante contar com uma boa equipe técnica que saiba lidar diariamente com eles, evitando desgastes pessoais e financeiros. Ao final, você verá que todo o investimento feito em uma obra bem planejada se resulta em conforto e qualidade de vida!
Não erre na hora de construir ou reformar! Na dúvida fale conosco!
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1. Planejamento
Primeiramente, analise e liste todos os seus desejos. Busque ajuda de um profissional para consolidá-los no papel e auxiliá-lo a definir os custos, etapas e prazos da obra. Traçar um bom planejamento é ideal para evitar que a obra siga “solta”, sem controle. Dessa forma, você evita desperdícios, sem contar o risco de ter que interromper a obra sem ter concluído.
Ao contrário do que se pensa, um projeto de arquitetura é capaz de adequar os seus desejos ao seu orçamento. Até mesmo com poucos recursos é possível transformar o aspecto visual do seu imóvel. O arquiteto pode te dar várias dicas de como otimizar a reforma e indicar alternativas que cabem no seu bolso.
Além do projeto de arquitetura, podem ser necessários outros projetos complementares
(estrutural, hidráulica, elétrica, ar condicionado, terraplanagem, etc.),
que também exigem aprovação legal.
2. Alvarás e Licenças
Antes de começar a reforma é fundamental que você se informe sobre os alvarás e licenças exigidos por seu município para obter as permissões necessárias para dar início a sua obra, evitando multas e/ou atrasos, e para a emissão do habite-se ao término da obra.
Além das licenças e alvarás necessários é importante se atendar às normas técnicas referentes ao seu tipo de projeto. Seu arquiteto fará consultas ao código de obras do seu município, ao regulamento do seu condomínio ou administração. Dessa forma, ele irá se informar sobre as regras e exigências referentes ao seu terreno e projeto antes de começar a projetar. Dentre essas regras, estão: afastamentos obrigatórios, taxas de permeabilidade, de ocupação e construção do terreno, áreas mínimas e máximas exigidas, entre outras.
A NBR 16.280, por exemplo, regulamenta que reformas em unidades de condomínios privados (horizontais ou verticais) sejam anteriormente aprovadas e fiscalizadas pelo síndico ou responsável técnico destinado a isso, para evitar que obras mal planejadas incorram em prejuízos para toda a vizinhança. Para essa aprovação são necessários um projeto e um plano detalhado de reforma. Neles, serão especificadas as intervenções, os profissionais envolvidos e a duração obra. E toda essa documentação deve ser elaborada pelo arquiteto autor do seu projeto de reforma.
3. Orçamento
Não compre nada com antecedência e evite prejuízos e desperdícios. Com o projeto em mãos fica muito mais fácil saber o custo da sua reforma e a quantidade exata de material a se comprar.
É imprescindível fazer orçamento de todos os materiais e mão-de-obra necessários para a execução do serviço. Dessa forma, não será preciso parar a obra na metade ou ter que recorrer a empréstimos com juros altíssimos. Portanto, avalie quanto custará o seu projeto e, se necessário, faça adaptações juntamente com o seu arquiteto. Assim, o orçamento será ajustado ao seu bolso ainda antes de começar a obra. No mercado da construção civil existem cada vez mais opções de materiais similares de várias faixas de preço. Então, juntos, você e seu arquiteto, podem pesquisar e adequar as especificações ao seu orçamento, mantendo o aspecto estético geral do seu projeto.Em uma reforma a maior parcela de gastos acontece justamente ao final, na etapa de acabamentos. Essa etapa equivale aproximadamente de 60 a 70% do valor total da obra concluída e se acumula com as parcelas dos gastos anteriores. Portanto, esteja preparado.

4. Morar na Obra
Antes de começar, analise também a viabilidade de permanecer morando em casa durante a obra. Você também pode mudar-se temporariamente para outro local. É bom que isso seja previsto com antecedência para que também faça parte do seu planejamento financeiro.
Quando a obra é geral pode ser desconfortável e trabalhoso permanecer em casa, mas não impossível. Caso opte por permanecer em casa, busque programar a reforma em etapas, de cômodo por cômodo, priorizando os ambientes.
Se optar pela mudança temporária, para a casa de parente/amigos ou outro imóvel alugado, tente encontrar algo perto da obra para facilitar o acompanhamento de tudo.
5. Etapas
É importante também planejar o cronograma da reforma de acordo com suas necessidades. Atente-se à ordem de execução dos serviços para que uma etapa não danifique a outra ou gere desperdícios de tempo e dinheiro, com retrabalhos. Sabemos que ansiedade é comum em obra, mas obra leva tempo e não tente pular etapas para apressar as coisas.
Agora sim! Começada a obra de fato, é bom saber as etapas costumeiras de uma obra para que você não se perca. A primeira coisa a se fazer é eliminar tudo que deverá sair do lugar: mobiliários, pisos, paredes e forros. Depois disso, costuma-se começar a reforma de cima para baixo, obedecendo a seguinte ordem: primeiro, tetos e/ou forros, depois paredes, e por fim, os pisos.
Mas atenção! Se a sua reforma envolve alterações nas instalações elétricas, hidráulicas, ar-condicionado, pontos de iluminação, etc. Tudo isso deve ser preparado, projetado e executado antes de qualquer outra intervenção, seja no forro ou nas paredes.Outra boa dica, é fazer a pintura preliminar das paredes e deixar a última demão para depois do assentamento dos pisos, caso estes sejam trocados na reforma. Pois fazer a pintura posterior à instalação do piso pode danificá-los devido ao “arrasta arrasta” de escadas e latas de tinta sobre o piso. O seu arquiteto saberá a hora certa de dar início a cada etapa da execução. Além disso, irá te orientar sobre a hora correta de comprar cada um dos materiais.

6. Supervisão
Nunca deixe sua obra rolar solta. O seu acompanhamento, bem como, o de um profissional técnico capacitado para supervisionar e administrar cada etapa é muito importante para evitar surpresas desagradáveis. Obras costumam interferir muito na rotina dos proprietários. Por isso, um acompanhamento assíduo é fundamental para que elas não extrapolem o tempo.
Durante a execução, sempre questione eventuais mudanças no projeto. Uma pequena alteração pontual pode trazer sérias consequências e intercorrências posteriores, gerando muito prejuízo. Quando necessário, comunique e consulte novamente seu arquiteto sobre eventuais alterações.
Lembre-se sempre de:
Planejar o descarte correto para o entulho da sua obra.
Ficar de olho na meteorologia: chuvas podem ser um empecilho e gerar atrasos.
Finalizar o pagamento da mão-de-obra apenas com o serviço finalizado.
Procurar profissionais de confiança com boas recomendações.
Além disso, também é muito importante testar o que já foi instalado. Instalações elétrica, hidráulica, caimento dos pisos na direção correta aos ralos e pontos de coleta de águas, entre outros, ainda durante a execução da obra.
Como podemos ver, a obra é apenas uma etapa de nossa reforma. Para acontecer com tranquilidade e segurança é preciso um bom planejamento realizado anteriormente. Este evita muita dor de cabeça e imprevistos, mas ainda assim é normal que estes aconteçam. Por isso é preciso ter muito cuidado! É importante contar com uma boa equipe técnica que saiba lidar diariamente com eles, evitando desgastes pessoais e financeiros. Ao final, você verá que todo o investimento feito em uma obra bem planejada se resulta em conforto e qualidade de vida!
Não erre na hora de construir ou reformar! Na dúvida fale conosco!
Acompanhe nosso blog, siga nossas redes sociais e inspire-se em nossos projetos.
Inscrever-se aqui para receber nossos e-mails com conteúdo exclusivo. Estamos muito animados com esse novo meio de diálogo, portanto, queremos saber o que é relevante para você. Até logo!

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